Leo Benedito assume a cadeira de estratégia dentro da sua empresa, presente na cadência de um executivo interno e não na de um projeto pontual. Participa de reuniões, acompanha indicadores, puxa as iniciativas que ficam só no papel e responde por elas junto com o time.
CSO fracionário e conselheiro de estratégia.
Leo Benedito apoia a liderança na leitura do negócio, na definição de escolhas e na sustentação de uma agenda executiva com responsáveis, evidências e acompanhamento. Reúne leitura independente e envolvimento com a realidade da empresa.
Entra na rotina da empresa, com reuniões, decisões e prazos, como parte do time executivo e não como um fornecedor externo que aparece uma vez por mês.
Diagnóstico e plano são o ponto de partida. O trabalho real está em transformar "iniciativas" em "acabativas", com dono e prazo em cada frente.
Formaliza decisões, ritos e responsáveis para que a estratégia se sustente. Com a capacidade ampliada, a atuação pode encerrar, reduzir de intensidade ou seguir nas questões mais complexas.
A responsabilidade estratégica do CSO é conectar escolhas que costumam ser tratadas em separado. O que sobe até ele é arquitetura de decisão, não a operação do dia a dia.
Critérios de precificação
Distribuição de responsabilidades
Organização de processos
Acompanhamento de decisões
Cada contratação estabelece a participação do CSO: sobre quais questões aconselha, quais frentes coordena, quais decisões pode tomar e quais permanecem com a liderança contratante.
As questões sobre as quais oferece leitura e recomendação.
As frentes que conduz junto com o time.
As decisões que o mandato autoriza a tomar.
O que continua sob responsabilidade de quem contrata.
Na pauta recorrente, cada item é uma decisão pendente. O critério de sucesso é sair com data e dono, não com concordância sobre o diagnóstico.
O que foi concluído no ciclo.
O que o ciclo havia planejado.
O que ficou em aberto.
A frequência e a duração dos encontros acompanham a necessidade e a capacidade das partes.
Cada empresa tem a sua necessidade de continuidade. Quando essa capacidade cresce, três caminhos ficam abertos.
Decisões recorrentes ganham critérios, responsabilidades deixam de depender de lembranças pessoais e a equipe consegue agir com mais clareza.
A equipe sustenta a agenda com os critérios e ritos formalizados.
O acompanhamento continua, em menor frequência.
Nas questões de maior complexidade.
Se o fundador se afastasse da operação por 60 dias, o que continuaria funcionando?
A empresa cresceu além da capacidade de um fundador sustentar a estratégia sozinho.
Diagnósticos e planos se acumulam, mas pouco vira rotina de fato implantada.
Ainda não é o momento (ou o orçamento) de contratar um CSO em tempo integral.
Falta um olhar de fora que entenda o negócio por dentro, sem os vieses de quem já está lá há anos.
Um olhar independente sobre negócios, marcas e comunicação: um "outsider" que não está preso às dinâmicas internas da empresa, mas que mergulha fundo nelas para provocar novas formas de pensar, simplificar estruturas e gerar resultados consistentes.
Contador e Bacharel em Publicidade e Propaganda. Master Branding. Pós-graduando em Gestão de Negócios e em Gestão de Projetos pela Fundação Dom Cabral (FDC).
Onze anos como fundador do IMM Studio. Sete anos de experiência em negócios no Bradesco. Três anos em gestão de processos na CBC. Três intercâmbios no exterior, nove meses morando em Montreal, no Canadá.
Mais de 70 marcas e mais de 15 consultorias desenvolvidas, cinco consultorias em negócios ativas atualmente. Power User ClickUp, gestor de processos digitais em Microsoft 365.
Lidera a Neural como inteligência estratégica, é fundador do IMM Studio como braço de execução e atua como CSO fracionário em empresas selecionadas, nunca em tempo integral.
ou escreva direto para leo@studioimm.com